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sexta-feira, 31 de maio de 2013

animais: as aves

A aula de ciências experimentais teve como matéria experimental o revestimento do corpo das aves – as penas.
A questão-problema era saber por que motivo as penas das aves as protegem do frio.
Numa segunda experiência a questão-problema era a seguinte: ao entrarem em contacto com a água as aves molham a pele? Porquê?
Colocando hipóteses, experimentando, observando e concluindo, Os Amigos responderam a estes enigmas.





















sexta-feira, 24 de maio de 2013

classe dos animais II

Hoje, continuámos a observar alguns animais e a integrá-los, segundo as suas características, em classes. Desta feita, foi a vez dos peixes e dos insetos.




sexta-feira, 17 de maio de 2013

classe dos animais

Na aula de hoje, a prof. Graça trouxe-nos alguns animais.
Nem todos eram animais vivos, alguns estavam embalsamados e outros estavam dentro de frascos, envoltos num líquido especial. Desta forma, pudemos observá-los de perto, ver pormenorizadamente algumas das suas características próprias e também as diferenças. Mediante as suas características classificámo-los por classes.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

germinação

A luminosidade e a humidade terão que ver com a germinação de uma semente? Até que ponto a influenciarão?
Estas são as perguntas a que Os Amigos terão de responder ao longo da próxima semana.
Oferecendo as mesmas condições às sementes de feijão (terra, água), colocámos os recipientes que os continham em duas estufas, sendo uma transparente e outra opaca.
Ao longo da próxima semana, os alunos têm de verificar e registar a temperatura e observar as modificações nas sementes.





   

sexta-feira, 3 de maio de 2013

seres vivos v

Na aula de ciências experimentais, continuámos a observar sementes e a sua constituição.
Pudemos observar como é constituída uma semente de feijão no seu interior e de quantas partes se compõe: o tegumento ou casca, os dois cotilédones, o embrião com a sua radícula, o caulículo e a gémula. Observámos tudo isto usando uma lupa binocular, percebemos que na semente já se encontra uma nova planta e que para ela germinar só necessitámos de lhe dar as condições de que precisa.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

seres vivos iv

Contámos com mais uma aula de ciências experimentais. Como na escola não há uma lupa binocular, a professora Graça trouxe uma para podermos observar melhor as sementes. Desta forma, pudemos ver com pormenor a textura de algumas sementes nas quais, a olho nu, era impossível observar algumas particularidades. A lupa binocular foi uma ferramenta fundamental nesta nossa observação. Para certos trabalhos é necessário possuir boas ferramentas, caso contrário não se obtêm bons resultados.













quinta-feira, 18 de abril de 2013

seres vivos III

Continuámos a estudar os seres vivos - as plantas. Observámos e falámos de sementes. Identificámos algumas sementes e relacionámo-las com a espécie da planta que lhe deu origem. Classificámo-las quanto à cor, ao tamanho, à textura, à forma e, por fim, fizemos pesagens para podermos verificar que, enquanto para algumas sementes eram necessárias muitas para perfazer dez gramas, relativamente a outras, eram precisas apenas duas ou três para obter os mesmos dez gramas.


















sexta-feira, 12 de abril de 2013

seres vivos II

Na aula de ciências experimentais continuámos a estudar os seres vivos, mais especificamente, as plantas.
Nesta aula, falámos de plantas espontâneas e de plantas cultivadas. Aprendemos que as primeiras nascem naturalmente na natureza e que as segundas são aquelas que o homem semeia ou planta.









sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ciências experimentais

A fim de avaliar os conhecimentos prévios dos alunos, a professora elaborou uma ficha de trabalho na qual as crianças desenharam, preencheram tabelas, tendo de fundamentar as suas respostas e apresentaram o trabalho realizado a toda a turma. 









sexta-feira, 15 de março de 2013

dunas

As ciências experimentais quiseram aliar-se à Semana da Leitura e tivemos uma experiência relacionada com o mar. Quando falamos de mar lembramo-nos de praia, areia, muita areia…
Com um tabuleiro cheio de areia e um secador de cabelo, que simulava o vento, os alunos puderam observar como as dunas são estruturas dinâmicas que se formam por processos eólicos.
Na fase seguinte desta experiência, colocaram-se pedras e plantas na areia, e os alunos puderam verificar como a vegetação é importante na proteção das dunas.















sexta-feira, 8 de março de 2013

ar quente e ar frio

A experiência de hoje tinha como objetivo observar o efeito gerado pelo aquecimento do ar a partir de uma fonte de calor. Servimo-nos de balões cheios de ar e dos radiadores da sala de aula.
No decorrer desta experiência, pudemos verificar que os balões colocados por cima do radiador frio não mexiam e os que se encontravam por cima do radiador quente, esses mexiam, donde se pode concluir que era o ar quente que, por ser mais leve, e ao subir, fazia mexê-los.
Isto acontece devido a que o ar quente é mais leve que o ar frio, portanto, sobe, e ao deslocar-se de baixo para cima fazia mexer os balões.


















sexta-feira, 1 de março de 2013

O ar tem peso?

Por meio desta última experiência acerca das caraterísticas do ar, pudemos concluir que o ar, além de ocupar espaço, também tem peso.